 Coca-Cola contra ataca.... nos
bastidores...
COCA-COLA TENTA IMPEDIR DOLLY DE
FAZER DENÚNCIAS, USANDO EX-PRESIDENTE
Jorge Giganti, ex-presidente da Coca-Cola e Panamco, tenta impedir Dolly de
fazer novas denúncias, mas a Dolly, afirmando que "não aceita coação" decide
liberar novos trechos de gravação que comprovam métodos inescrupulosos da
multinacional. Ex-diretor Capistrano apareceu para depor na delegacia, e, ao
negar envolvimento, acabou se entregando mais ainda.
Ainda aguardamos posição da Coca-Cola e, enquanto isso, publicamos as novas
informações fornecidas pela Dolly.
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Já faz mais de uma semana
que a Dolly entrou com representação no Conselho
Administrativo de Defesa Econômica (CADE), pedindo
aplicação da Lei Antitruste, e a opinião pública,
imprensa e as autoridades competentes não receberam
ainda qualquer resposta convincente nem da Coca-Cola nem
dos principais envolvidos.
Ao contrário, ontem, quinta-feira, 21 de agosto (2003),
por meio de seus advogados, Jorge Giganti, ex-presidente
da Coca-Cola e da Panamco, enviou uma notificação
extrajudicial à Dolly, tentando coagir a empresa "para
que se abstenham de praticar qualquer atos, escritos ou
verbais, que possam atentar ainda mais contra a imagem
do Sr. Jorge Dante Giganti, sob pena de serem tomadas as
medidas judiciais cabíveis, tanto no âmbito civil,
quanto criminal".
Enquanto isso, também na tarde de ontem, o ex-diretor de
compras e estratégias da Panamco, Luis Eduardo
Capistrano do Amaral, apareceu de surpresa no 3o.DP
de Diadema, onde correm inquéritos policiais e tentou
negar participação na criação do e-mail falso que, em
2000 e 2001, foi por eles amplamente distribuído (fato
comprovado e descrito detalhadamente por ele mesmo em
gravação). Visivelmente despreparado, todas as
afirmações que fez na delegacia podem ser facilmente
contestadas. (Aliás, por ele próprio: basta assistir às
inúmeras gravações, que estão em poder da Dolly).
No depoimento lavrado, o próprio
Capistrano declara que "estava tudo pronto
para denunciar a Spal, pois o empresário tinha provas de
Caixa 2, sonegação fiscal e concorrência desleal que
teria sido praticada pelo declarante". Como se pode
notar, Capistrano está até adiantando alguns dos
assuntos que ainda estão sendo divulgados pela Dolly.
Gravações e Documentos Inquestionáveis -
A história completa é bastante complexa, detalhada, e
trará a público e aos tribunais - daqui e dos EUA -
detalhes de como verdadeiramente opera a poderosa
multinacional, aliando lobby, corrupção, sonegação e
maquiagem fiscal. Além de todas as investidas feitas
para destruir uma indústria que ousou tirar uma fatia do
mercado do produto Coca-Cola.
Capistrano, nas gravações em poder da Dolly, dá detalhes
de como agiu, e do plano de "destruição" que executou, a
mando do argentino Jorge Giganti, então presidente da
Panamco (e ex-presidente da Coca-Cola no Brasil,
Argentina e México), e com a concordância dos
superiores da Coca em Atlanta, EUA, sede mundial da
companhia.
"Eu era a eminência parda", relata, orgulhoso,
nas gravações, sobre o principal cargo que ocupou:
director-procurement. "O único autorizado por Atlanta",
gaba-se, além de descrever minuciosamente o plano de "estrangulamento
total " arquitetado contra a Dolly, utilizando, entre
outros meios, de sabotagem, espionagem industrial,
coação a fornecedores, corrupção e ameaças, inclusive de
morte.
O depoimento comprova, pela primeira vez, os atos e as
formas de concorrência desleal, abuso do poder econômico
e dumping praticados pela Coca-Cola no mercado (já
várias vezes denunciado, mas sem sucesso, inclusive pela
arquiinimiga Pepsi e por ex-franqueados). Capistrano
conta como foram e são manipulados dados e operações
contábeis, de onde sai o "pagamento" das propinas e
lobby, entre outros assuntos."
Por questão de segurança,
existem cópias dessas fitas já guardadas em lugares
seguros, inclusive no exterior.
"Eles Pensam Que Eu Estou Brincando", Diz Codonho. O
empresário, que nos próximos dias deverá ingressar
contra a Coca-Cola na Justiça norte-americana tem se
envolvido pessoalmente no assunto, que já chegou à tevê
e à opinião pública. "Não temos medo. Eles pensam que
podem tudo, e se a gente fica quieto tomam conta de tudo,
como fazem em outros lugares do mundo", diz, lembrando
de um dos trechos da gravação onde o ex-diretor garante:
"No México não temos concorrência", esclarecendo
o método utilizado: "Simplesmente eliminamos, matamos,
inclusive fisicamente".
Novos Trechos das gravações -
Adiantamos mais alguns trechos das gravações, que estão
à disposição da imprensa: (...) A Justiça brasileira,
você sabe, tarda. E falha. É uma ação lenta, demorada,
confusa(...) (...) E não é só comprar, precisa cobrar
uma ação mais rápida (...) então, contrata-se aquele
lobista, que tem a missão de ir lá e encher o saco todo
dia, atuando junto ao (...) (...) fazer os caras
entrarem com uma ação todo dia, vasculhar tudo (...)
(...) Como a nossa justiça é muito injusta, até ser
provado que isso e aquilo não tem fundamento, já
perturba (...) (...) A Coca-Cola tinha muita dificuldade
em fazer os pagamentos(...) (...) Se fosse nos Estados
Unidos, eu não faria, porque seria preso(...).
Como se vê, muitos fatos novos ainda serão revelados.
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