A
mensagem contendo falsas afirmações sobre o guaraná Dolly circulou pela
Internet e chegou à polícia de São Paulo. O Setor de Investigação de
Crimes de Alta Tecnologia do DETEL - Departamento de Telemática da
Polícia Civil do Estado de São Paulo abriu diligências para apurar a
origem da mensagem, pois trata-se de crime contra a honra de pessoa
jurídica. (Boletim 119/2000 datado de 28/11/2000.)
Até o Laboratório Fleury (Fleury
- Centro de Medicina Diagnóstica, também conhecido com Instituto
Fleury), localizado em São Paulo, foi envolvido nessa falsa denúncia,
pois teria realizado a suposta pesquisa confirmando a existência das
substâncias cancerígenas. O Laboratório negou que tenha realizado
pesquisas sobre o guaraná. Além do Laboratório Fleury, o Hospital das
Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e o Instituto Adolfo Lutz
também desmentiram o conteúdo da mensagem.
Apelo
à autoridade e referência a substâncias inexistentes são ingredientes
comuns em mensagens desse tipo. No caso do guaraná, as autoridades
envolvidas negaram. O Fenofinol Ameído e Voliteral são substâncias
inexistentes e jamais causariam "mal (sic) atividade dos rins e câncer".
Passe essa mensagem pra frente é a senha: tudo não passa de mais uma pulha virtual.
O site da empresa Dolly (http://www.dolly.com.br/)
apresentava o esclarecimento desmentindo toda a farsa. Hoje, esse
domínio, embora pertencente à empresa Dolly do Brasil Refrigerantes
Ltda., não mais contém o desmentido.
Segundo o Relatório Alfa,